CB2025 1cm (fotografia demonstrativa)
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  • CB2025 1cm (fotografia demonstrativa)
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Reed Frog de Madagáscar

Nome Comum: Reed Frog de Madagáscar
Nome Cientifico: Heterixalus alboguttatus
Apêndice CITES: Não
Anexo II Portaria nº. 86/2018: Não

De acordo com a Lei n.º 95/2017 de 23 de agosto, não é permitida a venda e/ou publicitação de animais selvagens/exóticos através de websites/plataformas na internet. Caso deseje conhecer os animais que temos disponíveis e respetivas condições de venda, por favor entre em contacto connosco.

Descontos Progressivos
Quanto mais compra, menos paga de transporte

Expedição no Próprio Dia
Em encomendas finalizadas até ás 15h

Entrega Viva/Congelada Garantida
Em alimento vivo e congelado

GUIA DE CUIDADOS

Tamanho: Fêmeas até 3,5 cm, machos até 2,5 cm

Origem: Madagáscar

Longevidade: Até 5 anos em cativeiro

Habitat Natural: Zonas ripárias e húmidas, como margens de lagoas, pântanos temporários, arrozais, valas e áreas de savana húmida com vegetação emergente, em altitudes baixas a médias de Madagáscar

A Reed frog de Madagáscar é uma pequena rã semi-arborícola endémica de Madagáscar, pertencente ao grupo conhecido como reed frogs. Caracteriza-se pela sua coloração escura com manchas claras contrastantes, frequentemente descritas como um padrão “estrelado”. Trata-se de uma espécie predominantemente noturna, que passa o dia escondida na parte inferior de folhas de vegetação emergente e se torna ativa ao entardecer e durante a noite.

Esta espécie apresenta alguma capacidade de variação cromática ligeira em resposta à humidade, temperatura e luminosidade. É considerada relativamente fácil de manter em cativeiro, desde que sejam respeitadas as condições ambientais adequadas ao seu modo de vida ripário.

Apesar de robusta, é essencial garantir parâmetros corretos de temperatura, humidade, alimentação e suplementação, descritos nos pontos seguintes.

Terrário

Tamanho: Recomenda-se um terrário de, no mínimo, 45 x 45 x 60 cm para um grupo de 2 a 4 adultos

Material: Vidro, com topo em rede para ventilação adequada

- Aquecimento e Iluminação

Durante o dia, a temperatura ambiente deve situar-se entre os 21 °C e os 24 °C, podendo existir um ligeiro gradiente térmico na parte superior do terrário que atinja os 26–28 °C. Durante a noite, a temperatura pode descer de forma segura para os 18–20 °C.

O aquecimento, quando necessário, deve ser suave e localizado, evitando pontos de calor intenso. Recomenda-se o uso de uma lâmpada de aquecimento de baixa potência ou outro sistema adequado, sempre controlado por um termóstato de qualidade.

Embora seja uma espécie maioritariamente noturna, beneficia da exposição a níveis baixos de radiação UVB (Zona de Ferguson 1–2). Para tal, podem ser utilizadas lâmpadas UVB de baixa intensidade (5–7%), posicionadas a cerca de 25–30 cm das áreas de repouso e substituídas de acordo com as recomendações do fabricante.

- Humidade

A humidade relativa deve ser mantida entre 70% e 80%, refletindo o seu habitat natural. Valores mais baixos podem ser tolerados apenas por curtos períodos, desde que exista acesso permanente a água limpa.

Recomenda-se a pulverização do terrário uma a duas vezes por dia, incidindo principalmente sobre a vegetação e zonas de abrigo.

Deve estar sempre disponível um recipiente raso com água limpa, fresca e desclorada. As rãs utilizam frequentemente a água para hidratação, pelo que esta deve ser mudada diariamente.

- Decoração

Sendo uma espécie semi-arborícola associada a ambientes ripários, o terrário deve privilegiar a altura e incluir abundante vegetação. O substrato pode ser constituído por fibra de coco, musgo de sphagnum ou uma mistura bioativa adequada, com uma profundidade mínima de 5 cm.

Devem ser incluídos ramos, troncos, caules verticais e plantas densas (naturais ou artificiais), como pothos, ficus, bromélias ou plantas aquáticas emergentes. Estas estruturas fornecem locais de repouso, abrigo e ajudam a manter níveis de humidade estáveis. É importante garantir zonas onde as rãs possam repousar na face inferior das folhas.

Uma zona aquática rasa, com cerca de 3–5 cm de profundidade, é recomendada para simular o ambiente natural da espécie.

Dieta e Suplementação

Hábitos alimentares: Insetívoro

Dieta: Os adultos devem ser alimentados 3 a 4 vezes por semana com insetos vivos de tamanho apropriado. Juvenis requerem presas mais pequenas e maior frequência de alimentação.

- Alimentos

Insetos: Grilos (micro e pequenos), moscas-da-fruta, baratas de pequeno porte, micro-gafanhotos e outros insetos adequados ao tamanho do animal.

- Suplementação

A suplementação é essencial para a manutenção da saúde desta espécie. Todos os insetos devem ser polvilhados com suplementos de cálcio e vitaminas de alta qualidade antes de serem oferecidos.

Os suplementos devem conter cálcio, vitamina D3 e vitamina A pré-formada (retinol), uma vez que os anfíbios não convertem eficazmente o beta-caroteno. Recomenda-se alternar entre cálcio puro e um multivitamínico completo. Uma suplementação inadequada pode conduzir rapidamente ao desenvolvimento de doença óssea metabólica.

De acordo com a Lei n.º 95/2017, de 23 de agosto, não é permitida a venda e/ou publicitação de animais selvagens ou exóticos através de websites ou plataformas online. Para informações sobre disponibilidade e condições de aquisição, por favor entre em contacto connosco.

A2212
0.000 kg