| Nome Comum: | Sapo Pipa |
| Nome Cientifico: | Pipa carvalhoi |
| Apêndice CITES: | Não |
| Anexo II Portaria nº. 86/2018: | Não |
De acordo com a Lei n.º 95/2017 de 23 de agosto, não é permitida a venda e/ou publicitação de animais selvagens/exóticos através de websites/plataformas na internet. Caso deseje conhecer os animais que temos disponíveis e respetivas condições de venda, por favor entre em contacto connosco.
Tamanho: Fêmeas até 7cm, machos até 6cm
Origem: Brasil (endémica do leste e nordeste brasileiro)
Longevidade: Até 15 anos
Habitat Natural: Habitam pântanos de água doce, lagos, lagoas e áreas húmidas em florestas secas subtropicais e savanas húmidas do Brasil
A Pipa carvalhoi, conhecida como Sapo Pipa de Carvalho, é uma espécie endémica do Brasil que se destaca pela sua adaptabilidade e facilidade de manutenção. Habita uma grande variedade de ambientes aquáticos - desde pântanos naturais até lagos artificiais - demonstrando uma notável tolerância a diferentes condições. Esta espécie aquática caracteriza-se pela sua forma achatada típica da família e comportamento pacífico.
É uma das espécies de Pipa mais robustas e tolerantes, sendo mais fácil de manter que P. pipa. A sua ampla distribuição natural e capacidade de adaptação tornam-na numa excelente escolha para quem tem experiência com anfíbios aquáticos. Apesar de serem uma espécie relativamente fácil de manter, deve ter atenção a alguns aspetos que poderá encontrar nos parágrafos seguintes.
Tamanho: Mínimo de 80 litros para 1 adulto, 120 litros para um casal
Material: Vidro com profundidade mínima de 40cm
Deverá manter uma temperatura entre 24-28ºC utilizando aquecedores submersíveis protegidos para evitar queimaduras. Esta espécie tolera bem variações de temperatura, sendo menos exigente que outras espécies aquáticas. Durante a noite a temperatura pode baixar ligeiramente sem problemas.
A Pipa carvalhoi não necessita de radiação UVB. Mantenha um fotoperíodo de 12 horas com iluminação LED de baixa a moderada intensidade ou luz natural da sala. Evite iluminação muito intensa que pode causar stress.
Mantenha o pH entre 6,0-7,5, sendo bastante tolerante a variações. A água pode ser mole a moderadamente dura. Utilize filtração adequada mas com fluxo moderado para não perturbar os animais. Efetue mudanças de água de 25-30% semanalmente.
Esta espécie é notavelmente tolerante a variações na qualidade da água, sendo mais robusta que a maioria dos anfíbios aquáticos. Utilize água sem cloro e mantenha os parâmetros estáveis.
Pode utilizar substrato de areia fina ou cascalho médio, ou optar por fundo nu para facilitar a limpeza. Inclua plantas aquáticas vivas (musgo de Java, elódea, anubias) para fornecer cobertura e melhorar a qualidade da água. Adicione troncos ou rochas lisas para criar esconderijos.
Certifique-se de que todos os elementos decorativos estão bem fixos e não têm arestas cortantes. Esta espécie aprecia ter várias opções de abrigo distribuídas pelo aquário.
Hábitos alimentares: Carnívoro
Dieta: Alimente 2-3 vezes por semana com presas vivas ou congeladas. Juvenis devem ser alimentados com maior frequência, 3-4 vezes por semana.
Presas aquáticas: Peixes pequenos (guppies, mollies), minhocas aquáticas, larvas de mosquito, artémias adultas
Presas terrestres: Minhocas terrestres, grilos pequenos, baratas pequenas
De acordo com a Lei n.º 95/2017 de 23 de agosto, não é permitida a venda e/ou publicitação de animais selvagens/exóticos através de websites/plataformas na internet. Caso deseje conhecer os animais que temos disponíveis e respetivas condições de venda, por favor entre em contacto connosco.