| Nome Comum: | Garter Snake Azul |
| Nome Cientifico: | Thamnophis sirtalis similis |
| Apêndice CITES: | Não |
| Anexo II Portaria nº. 86/2018: | Sim |
De acordo com a Lei n.º 95/2017 de 23 de agosto, não é permitida a venda e/ou publicitação de animais selvagens/exóticos através de websites/plataformas na internet. Caso deseje conhecer os animais que temos disponíveis e respetivas condições de venda, por favor entre em contacto connosco.
Tamanho: Adultos atingem geralmente 55–90 cm, podendo algumas fêmeas maiores aproximar-se dos 100 cm.
Origem: América do Norte (Canadá, Estados Unidos e norte do México, dependendo da população).
Longevidade: 10–15 anos em cativeiro, quando mantidas com cuidados adequados.
Habitat Natural: Espécie altamente adaptável, encontrada em zonas húmidas, margens de rios e lagos, pântanos, prados húmidos, florestas abertas e áreas suburbanas. Está frequentemente associada à proximidade de água, mas não é estritamente aquática.
A Garter Snake Azul é uma colubrídea diurna, ativa e curiosa, conhecida pelo seu padrão de listas longitudinais com tonalidades azuladas ou azul-esverdeadas, variável conforme a localidade. É uma das serpentes norte-americanas mais estudadas e mantidas em cativeiro, apreciada pelo seu comportamento geralmente dócil e elevada tolerância ao manejo.
É uma espécie adequada para tratadores com alguma experiência, sobretudo devido à sua dieta variada e necessidade de controlo nutricional adequado.
Tamanho: Mínimo de 90×45×45 cm para 1 adulto. Para fêmeas grandes, recomenda-se maior comprimento.
Material: Vidro ou PVC. O mais importante é garantir boa ventilação, estabilidade térmica e facilidade de manutenção da humidade.
Deve ser criado um gradiente térmico com cerca de 24–25 °C no lado frio e um ponto de aquecimento entre 30–32 °C. Durante a noite, a temperatura pode descer para 20–22 °C.
O aquecimento pode ser fornecido através de lâmpada de aquecimento diurna e, se necessário, lâmpada cerâmica ou deep heat projector durante a noite, sempre controlados por termostato.
Sendo uma espécie diurna, beneficia da exposição a radiação UVB de baixa a média intensidade (Zona de Ferguson 2, UVI 1–3). Recomenda-se o uso de lâmpadas UVB tubulares de 5–7%, com fotoperíodo de cerca de 12 horas.
A humidade relativa ideal situa-se entre 45% e 60%, dependendo da ventilação e do substrato. Deve existir sempre um recipiente de água suficientemente grande para permitir a imersão parcial ou total do animal.
A água deve ser trocada diariamente. A espécie utiliza a água para hidratação, termorregulação e, ocasionalmente, durante a muda.
O terrário deve privilegiar um ambiente terrestre húmido. O substrato pode ser composto por solo sem fertilizantes, fibra de coco e musgo de sphagnum, com uma profundidade de 5–8 cm.
Devem ser fornecidos vários esconderijos em ambas as extremidades térmicas, troncos, ramos e vegetação que proporcionem cobertura visual e enriquecimento ambiental. Rochas planas podem ser usadas para basking.
Hábitos alimentares: Carnívora oportunista.
Dieta natural: Anfíbios, minhocas, lesmas, pequenos peixes e ocasionalmente pequenos vertebrados.
Frequência de alimentação: Juvenis a cada 4–5 dias; adultos a cada 7–10 dias.
Invertebrados: Minhocas (Lumbricus terrestris), lesmas.
Peixes seguros (ocasionalmente): Truta, salmão. Devem ser usados com moderação.
Roedores: Ratos recém-nascidos ou juvenis (pinkies/fuzzies), preferencialmente congelados/descongelados.
Peixes a evitar: Goldfish, rosy reds, sardinhas, cavalinhas e outros peixes ricos em tiaminase, devido ao risco de deficiência de vitamina B1.
Em cativeiro, uma dieta baseada maioritariamente em presas inteiras (roedores) é a opção mais equilibrada e segura a longo prazo.
A suplementação deve ser ajustada à dieta fornecida.
Dieta com peixe: Sempre que o peixe fizer parte da alimentação, recomenda-se suplementação com vitamina B1 (tiamina).
Dieta baseada em roedores: Quando a alimentação é composta maioritariamente por presas inteiras, a suplementação regular não é geralmente necessária.
Cálcio: Pode ser fornecido ocasionalmente cálcio em pó sem D3, especialmente em dietas mistas. A relação cálcio:fósforo ideal é de aproximadamente 2:1.
Vitamina D3: Em animais mantidos com UVB adequado, a suplementação deve ser mínima ou inexistente.
De acordo com a Lei n.º 95/2017 de 23 de agosto, não é permitida a venda e/ou publicitação de animais selvagens/exóticos através de websites/plataformas na internet. Caso deseje conhecer os animais que temos disponíveis e respetivas condições de venda, por favor entre em contacto connosco.