CB2025 (fotografia demonstrativa)
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Garter Snake Azul

Nome Comum: Garter Snake Azul
Nome Cientifico: Thamnophis sirtalis similis
Apêndice CITES: Não
Anexo II Portaria nº. 86/2018: Sim

De acordo com a Lei n.º 95/2017 de 23 de agosto, não é permitida a venda e/ou publicitação de animais selvagens/exóticos através de websites/plataformas na internet. Caso deseje conhecer os animais que temos disponíveis e respetivas condições de venda, por favor entre em contacto connosco.

Descontos Progressivos
Quanto mais compra, menos paga de transporte

Expedição no Próprio Dia
Em encomendas finalizadas até ás 15h

Entrega Viva/Congelada Garantida
Em alimento vivo e congelado

GUIA DE CUIDADOS

Tamanho: Adultos atingem geralmente 55–90 cm, podendo algumas fêmeas maiores aproximar-se dos 100 cm.

Origem: América do Norte (Canadá, Estados Unidos e norte do México, dependendo da população).

Longevidade: 10–15 anos em cativeiro, quando mantidas com cuidados adequados.

Habitat Natural: Espécie altamente adaptável, encontrada em zonas húmidas, margens de rios e lagos, pântanos, prados húmidos, florestas abertas e áreas suburbanas. Está frequentemente associada à proximidade de água, mas não é estritamente aquática.

A Garter Snake Azul é uma colubrídea diurna, ativa e curiosa, conhecida pelo seu padrão de listas longitudinais com tonalidades azuladas ou azul-esverdeadas, variável conforme a localidade. É uma das serpentes norte-americanas mais estudadas e mantidas em cativeiro, apreciada pelo seu comportamento geralmente dócil e elevada tolerância ao manejo.

É uma espécie adequada para tratadores com alguma experiência, sobretudo devido à sua dieta variada e necessidade de controlo nutricional adequado.

Terrário

Tamanho: Mínimo de 90×45×45 cm para 1 adulto. Para fêmeas grandes, recomenda-se maior comprimento.

Material: Vidro ou PVC. O mais importante é garantir boa ventilação, estabilidade térmica e facilidade de manutenção da humidade.

- Aquecimento e Iluminação

Deve ser criado um gradiente térmico com cerca de 24–25 °C no lado frio e um ponto de aquecimento entre 30–32 °C. Durante a noite, a temperatura pode descer para 20–22 °C.

O aquecimento pode ser fornecido através de lâmpada de aquecimento diurna e, se necessário, lâmpada cerâmica ou deep heat projector durante a noite, sempre controlados por termostato.

Sendo uma espécie diurna, beneficia da exposição a radiação UVB de baixa a média intensidade (Zona de Ferguson 2, UVI 1–3). Recomenda-se o uso de lâmpadas UVB tubulares de 5–7%, com fotoperíodo de cerca de 12 horas.

- Humidade

A humidade relativa ideal situa-se entre 45% e 60%, dependendo da ventilação e do substrato. Deve existir sempre um recipiente de água suficientemente grande para permitir a imersão parcial ou total do animal.

A água deve ser trocada diariamente. A espécie utiliza a água para hidratação, termorregulação e, ocasionalmente, durante a muda.

- Decoração

O terrário deve privilegiar um ambiente terrestre húmido. O substrato pode ser composto por solo sem fertilizantes, fibra de coco e musgo de sphagnum, com uma profundidade de 5–8 cm.

Devem ser fornecidos vários esconderijos em ambas as extremidades térmicas, troncos, ramos e vegetação que proporcionem cobertura visual e enriquecimento ambiental. Rochas planas podem ser usadas para basking.

Dieta e Alimentação

Hábitos alimentares: Carnívora oportunista.

Dieta natural: Anfíbios, minhocas, lesmas, pequenos peixes e ocasionalmente pequenos vertebrados.

Frequência de alimentação: Juvenis a cada 4–5 dias; adultos a cada 7–10 dias.

- Alimentos adequados

Invertebrados: Minhocas (Lumbricus terrestris), lesmas.

Peixes seguros (ocasionalmente): Truta, salmão. Devem ser usados com moderação.

Roedores: Ratos recém-nascidos ou juvenis (pinkies/fuzzies), preferencialmente congelados/descongelados.

Peixes a evitar: Goldfish, rosy reds, sardinhas, cavalinhas e outros peixes ricos em tiaminase, devido ao risco de deficiência de vitamina B1.

Em cativeiro, uma dieta baseada maioritariamente em presas inteiras (roedores) é a opção mais equilibrada e segura a longo prazo.

Suplementação

A suplementação deve ser ajustada à dieta fornecida.

Dieta com peixe: Sempre que o peixe fizer parte da alimentação, recomenda-se suplementação com vitamina B1 (tiamina).

Dieta baseada em roedores: Quando a alimentação é composta maioritariamente por presas inteiras, a suplementação regular não é geralmente necessária.

Cálcio: Pode ser fornecido ocasionalmente cálcio em pó sem D3, especialmente em dietas mistas. A relação cálcio:fósforo ideal é de aproximadamente 2:1.

Vitamina D3: Em animais mantidos com UVB adequado, a suplementação deve ser mínima ou inexistente.

De acordo com a Lei n.º 95/2017 de 23 de agosto, não é permitida a venda e/ou publicitação de animais selvagens/exóticos através de websites/plataformas na internet. Caso deseje conhecer os animais que temos disponíveis e respetivas condições de venda, por favor entre em contacto connosco.

A2213
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